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Comportamento de casais em aplicativos financeiros: como dividir as contas?




Quando duas pessoas começam um relacionamento é comum que passem a compartilhar, desde a senha do serviço de streaming a gastos e despesas do dia a dia. Para se organizar e ter maior controle sobre as contas, muitos casais optam por utilizar apps financeiros, como o disponibilizado pela Cumbuca, a primeira fintech brasileira a oferecer conta conjunta gratuita via aplicativo, uma espécie de conta digital compartilhada.


A empresa fez um levantamento interno com seus usuários para entender como se dá a utilização do aplicativo pelo público. Um dos dados mais significativos apontou que cerca de 89,5% dos usuários que dividem despesas com maior frequência e recorrência são casais. Sendo que destes, 32,9% são casados e 67,1%, namorados. O que já demonstra como esse método pode ser funcional nos relacionamentos.


Por outro lado, foi relatado que antes de buscar uma conta conjunta digital, 40,9% dos casais não usava nenhuma solução para administrar despesas em conjunto, enquanto 34,1% tentava utilizar planilhas para organização das finanças compartilhadas. Isso pode causar conflitos, já que alguns casais agem financeiramente de forma individual, porque não estão acostumados a dividir as contas com outra pessoa.


Segundo Daniel Ruhman, fundador e CEO da Cumbuca, a conta digital compartilhada permite compartilhar saldos e despesas, opção viável já que preserva a independência financeira de cada um. “O casal pode se organizar do jeito que melhor encaixar com a dinâmica financeira. Muitos casais juntam salários e o que está ali ‘é nosso’. É comum também casais onde um é o provedor financeiro da casa e o outro realiza pagamentos. Mas existem aqueles onde tudo é dividido meio a meio ou proporcional ao salário. Na Cumbuca, todas essas formas de organização financeira são possíveis”, explica.


Conforme citado anteriormente, o número de namorados utilizando o app da Cumbuca para se organizar financeiramente é maior do que o dos casados, sendo o dobro, o que pode significar que o primeiro grupo pode ter boas chances de iniciar a união de forma financeiramente mais madura e estável. Entre os namorados, 41% começaram a compartilhar finanças e dividir despesas antes mesmo de morarem juntos.


Ruhman explica que falar sobre dinheiro no Brasil ainda é tabu, mas quando um casal utiliza um aplicativo para administrar as finanças, é fundamental que sejam realizadas conversas frequentes para entender a situação em que cada um se encontra. O casal precisa se sentir confortável e também entender que possuem um espaço seguro, um com o outro, para abordar qualquer tema que englobe questões financeiras.


De acordo com os dados fornecidos pela Cumbuca, o top cinco de pagamentos compartilhados são: 63,6% boletos de consumo; 50% delivery; 45,5% aluguel; 43,2% supermercado; 40,9% restaurantes. Por outro lado, entre os casais que não moram juntos, os boletos de consumo deixam de ser protagonistas e os pagamentos mais compartilhados são: 64,2% restaurantes, 64,2% delivery e 35,7% supermercado.


Para Ruhman, o atual momento econômico brasileiro exige que as despesas financeiras sejam ainda mais organizadas. “As principais vantagens de utilizar uma conta digital compartilhada por um casal são: transparência, facilidade e praticidade. O dinheiro não pode e nem deve criar ruídos nas relações, e sim se apresentar como um facilitador para que objetivos pessoais e coletivos sejam alcançados”, finaliza.


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