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Educação Financeira na Infância Forma Geração Menos Endividada


crianças

Crianças e adolescentes estão despertando para a importância do dinheiro, aprendendo desde cedo que ele não cresce em árvores. Inserir a educação financeira na infância não apenas muda hábitos, mas também forma uma geração mais responsável, capaz de lidar com suas finanças de maneira saudável.

O Desafio da Mesada e a Realidade do Endividamento


A pesquisa divulgada pela Serasa revela que apenas 39% dos pais costumam dar mesada aos filhos, com um valor médio de até R$ 100, destinado principalmente à compra de lanches e guloseimas. Surpreendentemente, apenas três em cada dez responsáveis fazem qualquer tipo de reserva ou investimento para o futuro dos pequenos.

Especialistas afirmam que ensinar noções de custos desde cedo permite que as crianças alcancem seus objetivos a curto, médio e longo prazos, estendendo essas habilidades para a vida adulta. Medidas simples, como fornecer um cofrinho transparente, estimulam a criança a sonhar e a compreender que esforço e cooperação são essenciais para alcançar metas.

“Contrariando a crença de muitas pessoas, a realidade não se resume apenas a cálculos; trata-se, na verdade, de lições práticas e humanas, repletas de exemplos que ocorrem tanto dentro quanto fora de casa”, relata Daniel Santos, cofundador da Poupou.

A Educação Financeira nas Escolas e Dentro de Casa: Um Caminho Promissor


Algumas escolas da rede pública municipal no Recife já introduziram disciplinas eletivas de educação financeira para estudantes do 6º ao 9º ano do Ensino Fundamental. O trabalho é integrado ao protagonismo juvenil, incentivando a criação de clubes de produção, como visto em escolas nos bairros da Iputinga, Ibura e Mangabeira.


Além disso, a educação financeira deve ser uma pauta constante nas famílias, relacionada a diversos aspectos da vida. Abrir uma conta bancária para as crianças e introduzi-las ao uso do cartão de débito são passos iniciais, além de servir de exemplo, pois as crianças tendem a imitar comportamentos e padrões dos adultos.

O programa Cooperação na Ponta do Lápis, do Sicredi, por exemplo, utiliza gibis especiais da Turma da Mônica em agências e capacitações externas, proporcionando uma abordagem lúdica e eficaz. Através de brincadeiras, contação de histórias e atividades envolventes, as crianças desenvolvem habilidades financeiras, como a lógica, o controle emocional e o comportamento responsável.


A alfabetização financeira na infância não é apenas um investimento para o futuro individual, mas também uma contribuição para a criação de uma nova geração mais independente financeiramente. O depoimento de Arthur Luiz, de nove anos, reflete o impacto positivo dessas práticas na formação de uma consciência financeira desde cedo.


Em um cenário onde apenas 11% dos brasileiros poupam para a aposentadoria, a educação financeira na infância surge como um antídoto para um futuro mais estável e consciente. O desafio agora é expandir e consolidar essas práticas em todo o sistema educacional, garantindo que as crianças cresçam não apenas com conhecimentos acadêmicos, mas também com habilidades práticas que as preparem para enfrentar os desafios financeiros da vida adulta.


A Poupou


A Poupou, liderada por Daniel Santos, é uma inovadora empresa no mercado financeiro, fundada com a missão de facilitar a poupança e promover a educação financeira. A ideia surgiu da observação das dificuldades que as pessoas enfrentavam ao tentar guardar dinheiro, especialmente devido a alternativas pouco eficientes oferecidas pelo mercado.

A empresa oferece um aplicativo que permite aos clientes poupar dinheiro usando o cartão de crédito, automatizando o processo de poupança. Com rendimento de 100% do CDI e sem taxas, a Poupou busca tornar a poupança mais acessível e atrativa. A Poupou se destaca por sua abordagem mais flexível e por operar no crédito, superando a dificuldade comum de guardar dinheiro no banco.


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