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Chegada da fintech internacional Revolut traz novidades ao mercado brasileiro


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A Revolut iniciou suas operações no Brasil em 02 de maio. A fintech, de origem britânica, iniciou as atividades, mas está fazendo isso aos poucos.


O diferencial da fintech não é só a diversidade de serviços, mas os serviços em si. Pioneira, dá suporte a 27 moedas, além de proporcionar câmbio aos seus clientes em qualquer horário - inclusive fora do horário comercial.


As conversões de moedas, importante ressaltar, é possível até aos finais de semana e as taxas estão entre 1% e 2%.


A fintech conta com lista de espera e começou a liberar o acesso na terça, 02 de maio, e segue a ordem de registro dos interessados.


Além das 27 moedas, o banco digital conta com serviços de investimento internacional, cartão de débito e uma diversidade de criptomoedas (o portfólio de criptomoedas conta com 90).


O Brasil é o primeiro país da América Latina a ter o banco britânico. No mundo, no entanto, já são 29 milhões de usuários. Forte na Europa, a inovação da fintech se dá por diversos fatores, o principal deles é unificar contas e investimentos em uma plataforma digital única, o que pode auxiliar no engajamento junto aos brasileiros.


A Revolut fez pesquisa no mercado brasileiro e constatou que mais de 45% da população já usa conta digital. No entanto, a mesma pesquisa apontou que, para administrar as finanças, o brasileiro usa em média 5 aplicativos diferentes, um para cada tipo de funcionalidade (rotinas de pagamentos, funcionalidades rotineiras, transferências, investimentos, entre outros).


O CEO do banco no Brasil é Glauber Mota. Ele ressalta que o brasileiro gasta bastante no exterior, em 2022 foram US $12 bilhões com mais de 10 milhões de investidores pessoa física. Por isso, o CEO justifica que é necessário facilitar o acesso e torná-lo mais seguro.


Ainda no início das operações, a empresa não trouxe todos os serviços que oferece no exterior para o Brasil. Ficaram de fora serviços como cartão de crédito, conta remunerada, programa de benefícios com redes parceiras e investimentos em ações.


Nik Storonsky, co-fundador e CEO da Revolut, não descarta que as novas funcionalidades eventualmente cheguem e diz que o mercado brasileiro tem muito potencial para a expansão global da Revolut.


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