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Drex: Questões sobre privacidade atrasam testes; confira novo calendário


Drex


Nesta segunda-feira, 21, o Banco Central informou atraso no desenvolvimento do Drex - o real digital brasileiro - e revisou o cronograma da primeira fase de testes. Inicialmente prevista para acabar até março do ano que vem, a etapa piloto deve durar até maio de 2024.


Segundo o BC, a inclusão de participantes na rede tem sido mais lenta do que o planejado e questões de privacidade estão se mostrando um desafio no desenvolvimento da moeda digital. A autoridade selecionou 16 participantes para integrar a infraestrutura em que serão realizados os testes.


De acordo com Stênio Viveiros, principal Consultant Quality da consultoria de tecnologia keeggo, os testes de qualidade são cruciais no cenário das criptomoedas e tecnologias blockchain.


“Os testes asseguram a conformidade regulatória, validação de características de qualidade, performance sob carga, integrações suaves e confiança dos investidores. Através de protocolos específicos e rigorosos, a segurança da rede é garantida, resultando em um ecossistema confiável e bem-sucedido”.


Primeira Fase


No piloto, serão testadas funcionalidades em duas frentes ao longo de 18 meses. A primeira envolve a troca de dinheiro entre os participantes, usando tanto o real digital propriamente dito quanto o real tokenizado - token de um depósito mantido por instituições financeiras ou de pagamento.


Jonathan Arend, principal Consultant de Cibersecurity da keeggo, explica que o token é um código único e temporário que precisa ser confirmado pelo usuário para que determinada transação aconteça, e reforça: “Eles possuem um prazo de expiração curto, o que o torna inutilizável em pouco tempo e, consequentemente, menos suscetível a golpes”.

O processo será feito em um ambiente simulado, sem envolver transações ou valores reais. A expectativa é que, no fim de 2024, clientes possam fazer as primeiras operações com o real digital.


“Devemos reforçar práticas de conscientização aos usuários, para que evitem compartilhar informações sensíveis e abrir links suspeitos. É importante também que desconfiem de golpes de phishing e de engenharia social, cada vez mais comuns no ambiente digital”, finaliza Arend.

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