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Primeiro sistema de PIX sem aplicativo é lançado no Brasil




Desenvolvido a partir da expertise e em conjunto com a C&M Software, a HSCM é a primeira companhia homologada pelo BACEN a transacionar o PIX sem a necessidade de um aplicativo, utilizando apenas o internet banking. Recém lançada, a novidade já pode ser utilizada por usuários da instituição financeira que fornece crédito a empresas de pequeno porte.


Com foco nas pessoas jurídicas, a mineira optou, diante da necessidade operacional de seu negócio, por disponibilizar a forma de pagamento pelo internet banking, sendo pioneira no país a implementar este modelo, com suporte da C&M Software. Caso a HSCM deseje expandir seu plano de negócio e atender pessoas físicas, será necessário seguir as diretrizes do BACEN, com a construção de um aplicativo.


“Para obter a aprovação junto ao BACEN, foram necessárias várias horas de estudo das normativas e suporte da C&M Software, os custos para uma implantação padrão com aplicativo, além de incompatível com o modelo de negócios da HSCM, eram muito onerosos, uma vez que criaríamos um sistema somente para homologação e que não teria, em um primeiro momento, aplicação ou uso comercial”, explica Danielle Luna, CEO da HSCM.


O caminho encontrado foi através da resolução BCB nº1, Art. 7º, regulamentando que os participantes do PIX que ofereçam contas transacionais a pessoas jurídicas deverão disponibilizar a iniciação de um PIX, pelo menos, por meio de um principal canal digital. Com base neste trecho do regulamento, a demanda foi levada ao BACEN e aprovada.


"Ter conhecimento das circulares do BACEN é muito importante para o na implantação de cada projeto, e para se obter destaque. As oportunidades estão nos detalhes”, conta Camila Roma, a executiva da conta HSCM na C&M Software.


O sucesso do PIX no Brasil


Desde seu lançamento, em novembro de 2020, o PIX se tornou o meio de pagamento preferido dos brasileiros, muito por conta da sua instantaneidade e praticidade. De acordo com a Febraban, do período em que foi lançado até setembro de 2022, mais de 26 bilhões de transações foram realizadas, com uma movimentação estimada de R$12,9 trilhões.


Até outubro do ano passado, cerca de 141 milhões de brasileiros tinham utilizado o sistema pelo menos uma vez. Além disso, segundo o Banco Central, mais de 523,2 milhões de chaves foram cadastradas desde a sua implementação.


Tendo ultrapassado meios tradicionais de pagamento como TED, boletos, inclusive as operações com cartão de crédito e débito, o PIX caminha a passos largos para se consolidar como principal meio de pagamento do país e tornando-se um potencial meio de pagamento internacional.


“O PIX já é uma realidade do sistema financeiro brasileiro, tanto para as pessoas físicas, quanto para as jurídicas, e a tendência é que este movimento cresça ainda mais nos próximos anos. O Brasil se tornou um exemplo em ter um sistema de pagamentos instantâneo e bem consolidado para a sociedade”, finaliza Camila.


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